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Segunda-feira, 10 de Abril de 2017

Perversidade das aposentadorias: R$ 1,6 mil do trabalhador comum a R$ 30 mil do MP

Da Redação

Uma casta que se aposenta e abarca recursos dos mais pobres
Uma casta que se aposenta e abarca recursos dos mais pobres

No setor privado, onde está abrigado o trabalhador regido pelo CLT, que corre risco de ser desmontada pelo governo Temer com a ampliação do prazo para a aposentadoria e é considerada pelo ilegítimo governo a causa maior da crise na Previdência Brasileira, corresponde a uma fração no que diz respeito aos valores gastos no pagamento de aposentadorias. Se analisado a média dos benefícios pagos, os trabalhadores regidos pela CLT recebem R$ 1,6 mil. Pouco mais de um salário e meio.



Entretanto, se analisados os salários médios pagos a aposentados e pensionistas dos ccargos executivos (fiscais, auditores, advogados, médicos, e professores universitários especialmente funcionários da União), a média salarial sobe para
Executivo 9 mil reais.

Mas a situação se torna ainda mais grave, e percebe-se portanto que há sim um grave problema na previdência, mas não causado pelo trabalhador comum (professores, vendedores, comerciários, autônomos, frentistas e jornalistas, entre outros) quando se vê a situação os aposentados e pensionistas do Judiciário. Ali, juízes, desembargadores e demais funcionários dos tribunais recebem em média, ao deixar a carreira da ativa, R$ 25 mil.

Nossos deputados e senadores criaram leis e delas se beneficiam diretamente. Mas não apenas eles: funcionários do legislativos e demais aposentados, ao seguirem para casa em uma idade média de 55 a 60 anos, terão direito a R$ 28 mil.

Grave? Gravíssimo. Mas quando você analisa o salário médio com que um promotor de Justiça irá se aposentar você percebe que o Brasil também é, na prática, um regime de castas. Diante do salário do padeiro, aposentado, que vai receber no máximo R$ 16 mil, estará um promotor ou procurador aposentado, ou funcionário do Ministério Público, com salário de R$ 30 mil.

Estes números mostram que, na prática, cada procurador aposentado vale 18 aposentados no regime CLT - aquele que contribuiu para a Previdência comum. E por que, com base em que critério, um trabalhador pode valer tanto mais do que o outro?

E aí a gente pergunta: por que querem consertar os problemas previdenciários cortando e punindo ainda mais o que ganha menos nesta fração? Qual o outro motivo que não a preservação das benesses da nossa elite? O governo Temer corre na direção de rachar o país. Basta que todos tomem consciência destes números.

Os números foram expostos pelo radialista Ricardo Boechat, na rádio Bandnews.

 

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