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Sábado, 24 de Outubro de 2015

Janot manda recado para quem mantém dinheiro ilegal no exterior: Justiça não tem fronteira

Da Redação

A localização de contas de brasileiros em bancos na Suíça e a inclusão do presidente da Câmara dos Deputados no rol dos suspeitos de crime financeiro internacional levaram o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a mandar um recado àqueles que infringem a lei e sonegam impostos transferindo recursos de maneira ilegal: "da mesma maneira que o crime organizado envia recursos para o exterior, a Justiça também está organizada e se mostra capaz de localizar o ilícito e punir o criminoso", diz. Leia mais a reportagem publicada originalmente no Correio do Brasil.

Por Redação, com Reuters - de Brasília:

Ao comentar a extradição de um condenado no mensalão, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que a Justiça, assim como o crime organizado, ultrapassa fronteiras e vale tanto para foragidos quanto para quem "esconder" recursos em outros países, no que pode ter sido uma referência ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

- Fica também um recado muito claro para as pessoas que cometem ilícitos: é que se o crime hoje é um crime organizado, e que muitas vezes não respeita fronteiras, as decisões judicias agora, fica aí a prova cabal disso, é que as decisões judiciais valem também além das fronteiras dos respectivos países nacionais - disse Janot a jornalistas ao comentar a extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado na ação penal do mensalão.

Janot
A Procuradoria-Geral da República comandada por Janot conduz investigações de pessoas com foro privilegiado
- Seja para aqueles que fogem para evitar o cumprimento da pena, seja para aqueles que escondem valores, dinheiro, outros bens de valor no exterior. A Justiça brasileira está apta a alcançar pessoas e bens fora do seu limite territorial - completou.

A Procuradoria-Geral da República comandada por Janot conduz investigações de pessoas com foro privilegiado, caso de Cunha, alvo de inquérito que apura a existência de contas bancárias em seu nome e de sua esposa, Cláudia Cruz, na Suíça.

Na quinta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki decretou o bloqueio e sequestro de cerca de 10,4 milhões de reais depositados dessas contas.

- Não adianta esconder bens fora do Brasil, porque a cooperação intensa, a cooperação jurídica internacional hoje intensa permite identificar esses valores e a recuperação desses valores - disse Janot na manhã desta sexta-feira.

Cunha vem negando reiteradamente que tenha essas contas, repetindo o que disse à CPI da Petrobras de que não possui contas no exterior e que tenha recebido "qualquer vantagem referente à estatal.

 

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