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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017

Redução de orçamento das Forças Armadas atinge a vida de todo cidadão

Da Redação

Parece que não e muita gente, desinformada, chega a dizer: "bem feito!" Mas o fato é que quando o governo do ilegítimo Temer permite o sucateamento das Forças Armadas, e especialmente do Exército, a vida do cidadão comum, ou da população civil como gosta de enfatizar a doutrina militar, passa a correr perigo. Um exemplo disso pode ser verificado quando dirigentes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) foram à Comissão de Orçamento do Congresso tentar pressionar para que recursos das Forças Armadas não fossem contingenciados. O motivo: parte da receita do Exército é destinada a investigações e rastreamento de material explosivo usado por quadrilhas para explodir agências bancárias e caixas eletrônicos no país.

A última visita à comissão ocorreu em julho último. A primeira visita se deu à Comissão de Segurança Pública da Câmara. Os bancos, instituição que mais arrecada no país sem prestar grandes serviços além da guarda de dinheiro, foram via representantes solicitar maior combate ao crime organizado.

O patrimônio do banco a serviço da população é significativo: são 23 mil agências e 170 mil terminais de autoatendimentos no País. Só neste mês (agosto), quadrilhas destruíram com dinamites agências em Lindoia (SP), em Indaiatuba (SP) e em Capelinha (MG). Em junho, os bandidos agiram em Brasília - são 22 ações desde 2016 no Distrito Federal.

O Comando do Exército confirmou que o contingenciamento reduz "drasticamente" a fiscalização do uso de explosivos, abrindo caminho para o aumento de ações de quadrilhas contra caixas eletrônicos. A A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército é a responsável por monitorar o uso de explosivos. E é ela hoje uma das diretorias que estão praticamente à míngua.

 

 
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