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Quarta-feira, 10 de Maio de 2017

Seis ações da Justiça tiveram o objetivo de enfraquecer Lula durante depoimento

Da Redação

O veto do pedido de adiamento do depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro, solicitado pela defesa e negado pelo TRF, foi parte de um coletivo de decisões recentes, tomadas pela Justiça, que tiveram por objetivo quebrar o moral da defesa e do próprio ex-presidente Lula nesta quarta-feira (10) quando estará frente à frente com o juiz Sérgio Moro. Mas esta não foi a única ação concreta da Justiça que contraria interesses legítimos do depoente: um juiz de Brasília, já conhecido por sua tendência a desfavorecer Lula, Ricardo Leite, determinou o fechamento do Instituto Lula. Para quê? Para que seja investigado. Portanto, antes da investigação, deu-se por culpado. E a divulgação desta decisão ocorreu às vésperas do depoimento embora tenha sido tomada na quinta-feira (4). Há dois dias uma juíza, Dyele Denardin Zydek, tentou impedir algo inimaginável: que ativistas fossem à Curitiba. E não foi coincidência.



Outras ações, orquestradas, ocorreram às vésperas do julgamento: um juiz concedeu a reintegração de posse de um terreno que pertence a uma empresa privada e que já integrou o patrimônio da Rede Ferroviária. Com isso, a sorte dos ativistas está lançada porque terão que deixar o acampamento na manhã de quinta-feira.

É óbvio que o conjunto destes acontecimentos, balizados pela Justiça, tiveram como objetivo fragilizar o ímpeto de Lula. Mais ainda por outra medida polêmica: a proibição do uso legal de imagens feitas pela defesa do ex-presidente. Sérgio Moro alega que Lula faria uso político das imagens. Temia, portanto, que com sua desenvoltura, Lula o convencesse da inocência e o desconsertasse diante do vídeo - e toda a nação brasileira assistisse.

O curioso, neste particular, é que o mesmo Moro até outro dia defendia a abertura de tudo o que diz respeito ao processo por ser de interesse nacional. E mais: ele próprio filmava os depoimentos e chegou a atravessar a imagem para sites pró-Lava Jato, como "Antagonista".

Ás vésperas deste depoimento chave Moro ouviu José Carlos Bumlai, amigo de Lula, e explorou o fato de Dona Marisa supostamente ter defendido a criação do Instituto Lula - como se isso fosse minimamente ilegal. Sem provas, Moro avança nas convicções.

Lula, caso saia moral e fisicamente íntegro do depoimento, terá dado um passo importante para comprovar sua inocência. E, diante dessa possibilidade, não há dúvidas de que tentarão de tudo para prendê-lo ou fragilizá-lo.

O objetivo de Moro é avançar para que Lula seja inviabilizado eleitoralmente.

Esta quarta-feira pode ser um novo divisor de águas na política nacional.

NdaR - lembremos que a decisão de Moro em proibir a gravação é absolutamente ilegal. Veja o que diz a legislação:

Art. 367 (...)
§ 5º A audiência poderá ser integralmente gravada em imagem e em áudio, em meio digital ou analógico, desde que assegure o rápido acesso das partes e dos órgãos julgadores, observada a legislação específica.

§ 6º A gravação a que se refere o § 5º também pode ser realizada diretamente por qualquer das partes, independentemente de autorização judicial"

 

Veja também:

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