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Cultura - Teatro

 

Sexta-feira, 05 de Maio de 2017

Flávio Migliaccio sobe ao palco para conversar com Deus

62 anos de carreira e vinte a mais de vida: trabalhos no teatro, cinema e TV
62 anos de carreira e vinte a mais de vida: trabalhos no teatro, cinema e TV
Por Fábio Lau

Flávio Migliaccio é de uma geração de atores nascida no palco. Ídolo na TV desde os anos 70, onde fez personagens memoráveis como Xerife (da dupla Shazan e Xerife), Tio Maneco, na série exibida pela TVE, Karan Ananda (Caminho das Índias) e Seu Chalita (Tapas & Beijos), é no palco que ele se sente mais à vontade. O teatro, como definiu certa vez Sérgio Brito, é o ambiente do ator. Assim como a novela é do autor e o cinema, do diretor. Há quem divirja. Mas geralmente quem o faz é quem nasceu na TV ou cinema.



Assistindo o próprio coração, Migliaccio sobe ao palco para encarar novamente uma plateia em "Confissões de Um Senhor de Idade". Na peça, ele, sem intermediários, tem um tête-à-tête com Deus. Como assim? Tudo é uma questão de oportunidade:

E se Deus aparecesse pessoalmente no seu quarto? O que você diria a Ele?






O texto se baseia na seguinte trama: o personagem está dormindo quando, de repente, alguém chama por ele. É Deus que encarnou num corpo de um simples mortal (Luciano Paixão) e aparece para lhe propor um estranho pacto: se Flávio ajudar a desvendar um caso estranhíssimo que está acontecendo no céu, receberá a recompensa da vida eterna.





Mas se você acha estranho uma peça de teatro onde o protagonista trava diálogo com Deus, vai um recado. Flávio Migliaccio já mereceu elogios quando, no início da carreira, protagonizou um morto. Sim. A peça começava e terminava com ele ali, um impávido e imóvel. Sobre esta primeira experiência, que para muita gente seria o sepultamento (opa!) da carreira, ele exaltou sua importância há alguns anos durante entrevista:

- Eu não morria em cena, não. Quando acendiam as luzes, eu já estava morto. Eu nem teria aquele famoso 'morri em cena'. Mas fiz esse papel com tanta determinação que tinha que dar certo. Outro poderia ter desistido da profissão com esse papel. E ainda tinha pulga no Teatro Arena -relembrou aos risos.

O Primeiro Amor - novela da Globo nos anos 70
O Primeiro Amor - novela da Globo nos anos 70  




Flávio Migliaccio escreveu Confissões de Um Senhor de Idade
para comemorar os 62 anos de carreira. O que pouca gente sabe é que o artista reúne outros talentos também: é diretor, produtor, roteirista e cartunista.



À direita, a  primeira apresentação do ator em São Paulo
À direita, a primeira apresentação do ator em São Paulo  
Confissões de um Senhor de Idade estréia dia 18 de maio, no Centro Cultural dos Correios (Rio).


Com Deus sobre o palco
Com Deus sobre o palco  


Vídeo da peça:

 

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Flávio Migliaccio sobe ao palco para conversar com Deus
 

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