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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2020

Guanabara vai demitir 4 mil trabalhadores no Rio

Supermercados Guanabara
Supermercados Guanabara

A Rede de Supermercados Guanabara, a principal anunciante da velha mídia, vai mandar embora nos próximos dias 4 mil trabalhadores formais e contratar um novo contingente dentro das normas consideradas aviltantes pelos sindicatos - sem FGTS, direito a férias, décimo terceiro e outros benefícios. Nos próximos dias, o Sindicato dos Comerciários se reúne com os empresários para tentar reduzir o impacto?




O Rio vai experimentar nos próximos meses os primeiros resultados da desastrosa reforma trabalhista, aprovada no governo Michel Termer. A maior rede de supermercados do Estado, o Guanabara, comunicou nesta semana ao Sindicato dos Comerciários a pretensão de demitir cerca de 4 mil trabalhadores, substituindo-os por funcionários com jornada de 12 por 36, banco de horas e contrato de trabalho intermitente.

A informação, omitida por quase todos os veículos de imprensa, trouxe enorme repercussão no meio sindical. Na próxima terca-feira, 11, haverá reunião na Delegacia Regional do Trabalho com participação dos comerciários e da direção do Guanabara com vistas a uma solução intermediária, que não leve à demissão em massa dos trabalhadores.

O silêncio da mídia não é por acaso: o Guanabara é hoje o maior anunciante do Estado do Rio, com verba publicitária de cerca de R$ 100 milhões/ano.

Leia a nota do Sindicato dos Comerciários:

"Depois de anunciar o fechamentos das lojas nos domingos, o Guanabara informou que pretende demitir 3.500 a 4 mil trabalhadores nos próximos meses. Além disso, a empresa já apresentou em negociação a intenção de implementar a jornada 12×36, banco de horas e o contrato por jornada intermitente.

O Sindicato dos Comerciários do Rio abriu negociação com o objetivo de encontrar saídas para que não ocorram essas demissões e participou de uma mesa redonda na Delegacia Regional do Trabalho com a participação da empresa para tratar desta questão.

O Sindicato já disse que não concorda com mudanças de jornada que não estejam na convenção coletiva e que espera da empresa uma proposta concreta para evitar um número tão grande de demissões. Nesta terça-feira, dia 11, haverá nova reunião na Superintendência Regional do Trabalho com o Guanabara.

Para piorar, sem dar qualquer informação para seus funcionários, o supermercado cortou o adicional de 100% de quem trabalha nos feriados. Os trabalhadores só ficaram sabendo na hora que receberam o contracheque. Essas mudanças atingem duramente os ganhos mensais dos comerciários, que contam com este ganho extra para completar os salários.

A partir do momento que o supermercado apresentar uma proposta concreta, o Sindicato convocará os trabalhadores para uma assembleia que analise e decida sobre o resultado das negociações.

Para o Sindicato, no momento o mais importante é preservar o emprego de milhares de trabalhadores e garantir o cumprimento da Convenção Coletiva.
"Em um momento tão ruim para a economia do país, com alto índice de desemprego, nosso objetivo tem sido a manutenção dos empregos. Estamos negociando com o Guanabara alternativas para evitar uma demissão em massa, mantendo as garantias da nossa convenção coletiva. Além disso, muitos trabalhadores estão preocupados com a diminuição da renda a partir do fim do adicional de feriado, estamos cobrando da empresa uma alternativa para isso", declara Márcio Ayer, presidente do Sindicato dos Comerciários.

O adicional deixou de ser obrigatório desde 2017, com o decreto do então presidente Temer, quando os supermercados passaram a ser considerados serviço essencial. Com isso, domingos e feriados tornaram-se dias normais de trabalho e o adicional deixou de ser obrigatório. O Sindicato foi pra luta e, mesmo com o decreto, alguns supermercados mantiveram o adicional de 100%, entre eles o Guanabara, garantindo esse importante benefício aos trabalhadores.

"O decreto de 2017 foi um duro golpe para os trabalhadores de supermercados. Temer atendeu ao desejo dos patrões, que querem cada vez mais aumentar seus lucros. Recentemente o Brasil piorou muito para os trabalhadores, o atual governo insiste em medidas que retiram direitos e desvalorizam os trabalhadores. No ano passado, fechamos uma negociação salarial muito difícil, com tentativas de cortar mais direitos, porém fomos firmes. Precisamos agora defender nossa convenção coletiva e impedir mais retrocessos", afirma Márcio Ayer, presidente do Sindicato dos Comerciários.


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