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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2020

Página do Facebook relembra séries antigas na TV e faz sucesso na rede
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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020

Mídia é vítima de Bolsonaro porque não gritou antes, afirma Pedro Serrano

 
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Cultura - Novas Mídias

 

Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2020

Reinaldo Azevedo e a história da mãe, faxineira

Reinaldo Azevedo remete sua história familiar ao filme Parasita - preconceito
Reinaldo Azevedo remete sua história familiar ao filme Parasita - preconceito

Impossível não associar a imagem de Reinaldo Azevedo, um crítico e analista contundente da conjuntura política, com o golpe perpetrado não apenas contra Dilma Rousseff, mas contra a democracia. Ele, que se aliou ao que havia de pior na política de antanho - como Joyce Hassellmann, Mainardi e outros -, passado a euforia do golpe, deu uma guinada - se não política, pelo menos moral. E desde então começou a tecer críticas ao rolo compressor do golpe, o juiz Sérgio Moro. Eis que agora, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, atropela as domésticas do país em um discurso racista e elitista, numa atitude de desprezo aos pobres, Azevedo revela sua origem, como filho de uma faxineira, e surpreende novamente até mesmo seus detratores políticos. O texto dele, que segue agora, falará por si:

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Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2020

O jornalismo e a tentativa de humilhação de cada dia

Submeter a humilhação constante é passível de ação
Submeter a humilhação constante é passível de ação

Há muito empresas jornalísticas passaram a restringir o acesso de repórteres à favelas. O episódio Tim Lopes, 2002, foi determinante - divisor de águas. Isso é ruim em vários aspectos - parcela importante da sociedade (20% dos moradores) ficará distante do olhar (supostamente) crítico de um coletivo que deveria (ou poderia) dar publicidade ao abandono (sofrimento) estrutural. Mas vale lembrar que mesmo após a morte de Tim Lopes, durante uma cobertura no Complexo do Alemão, outros dois jornalistas foram assassinados: Gelson Domingos (2011), durante uma cobertura em favela da Zona Oeste, no Rio, e Santiago Andrade (2014) - também cinegrafista -, durante a explosão de um morteiro disparado em um protesto no Centro do Rio.

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Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2020

Polícia procura em cisternas de condomínio arma que matou Marielle

Busca pela arma que matou a vereadora - Arte: Fábio Lau
Busca pela arma que matou a vereadora - Arte: Fábio Lau

Agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e integrantes do Ministério Público (MP) realizaram inspeção em cisternas de um condomínio em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade, território com forte presença miliciana. O objetivo era checar informações da possível localização da arma usada na morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2020

Jornalistas: hoje o pau vai comer na rampa ou vão botar o galho dentro?

Bolsonaro e o surto que vem antes da pergunta pertinente
Bolsonaro e o surto que vem antes da pergunta pertinente

Sugiro ao repórter que seja bastante sutil quando for entrevistar Bolsonaro na rampa e tiver que falar do miliciano, amigo da família, assassinado na Bahia.
Pergunte apenas:
- Presidente, o senhor vai à missa de 7º Dia?

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Sexta-feira, 07 de Fevereiro de 2020

Villas e Constantino, as tias velhas da Jovem Pan, batem boca ao vivo

Constantino e Villa: bobo! Bobo é você!
Constantino e Villa: bobo! Bobo é você!

São dois reacionários da velha mídia buscando espaço para elucubrar contra atores políticos de esquerda e garantir espaço profissional. O fato é que, com a escassez de terreno que se dá exatamente porque o guru de ontem, Bolsonaro, não abre espaço nem para os dois, começaram a se engalfinhar. Marco Antonio Villa, que pegou o quanto pode no pé de Fernando Haddad, até ser desmascarado por ele, agora faz algoz sua alma gêmea no campo político, Rodrigo Constantino.

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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2020

Das coisas que a gente se esquece de não esquecer

Das coisas que esquecemos de não esquecer
Das coisas que esquecemos de não esquecer

Por Fábio Lau *

Quando li sobre o Macarthismo na adolescência achava que a adesão a um movimento racista e reacionário, pelo meio artístico e com ramificações na sociedade, onde tudo que não era adesionismo cego era chamado de comunista e como tal reprimido, seria experiência historicamente sepultada.

Tolo!

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