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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2017

Jânio de Freitas sobre Alexandre Moraes no STF: "um plagiador!"

Da Redação

Alvo das mamonas: o temerário e o plagiador
Alvo das mamonas: o temerário e o plagiador


O decano do jornalismo pátrio não perdoa. Jânio de Freitas não descasca a mamona para atirar, seca, diante de Michel Temer. O motivo é óbvio: indicar um plagiador para o lugar de Teori Zavascki. Chamado "Um plagiário para substituir Teori é um insulto à memória do ministro", o artigo é uma pérola. Lê-lo, uma obrigação de quem está atento aos movimentos da política nacional nestes tempos turvos.



"Um plagiário para substituir Teori é um insulto à memória do ministro"

[por Janio de Freitas, na Folha de S. Paulo, 16/02]

Os céticos não de todo desinformados jamais esperaríamos de Michel Temer -fraco, titubeante, posudo como os necessitados de aparências enganosas- que surpreendesse, com uma Presidência razoável na eficácia e na dignidade. Agora, é forçoso reconhecer que Michel Temer surpreende. Pelo excesso do que dele se podia esperar.
Indicar Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal esteve dentro do esperável. Manter a indicação depois do que dele revelaram, na Folha, os repórteres Fabio Victor e Thais Bilenky, com o complemento de Diogo Bercito na Espanha, chega ao nível de agressão moral ao STF, se não ao Judiciário.

Nomear para o Supremo o plagiário de um texto judicial espanhol já é, por si só, desmoralizante. Mas só o começo. Com que nível de respeito serão recebidas decisões do mais alto tribunal se incluírem voto de quem se fez e faz passar como seus, em livro, textos alheios?

Na história do Supremo (não a escrita por seu atual decano, Celso de Mello) não faltam integrantes que só o honraram porque protegidos pelo temeroso silêncio de políticos e jornalistas. E ainda pelo corporativismo, sustentado também por verdadeiros honrosos. Na atualidade, princípios do tribunal são desrespeitados a partir de dentro. Não deixam de comprometê-lo e, para grande parte da opinião pública ativa, de desacreditá-lo como instituição.

Apesar disso, e na melhor hipótese, intoxicá-lo mais, com uma dose forte de impostura intelectual e jurídica, é submetê-lo ao risco de um conceito futuro semelhante ao do governo de Michel Temer, Moreira Franco, o próprio Alexandre de Moraes e tantos outros.

Além do mais, um plagiário para substituir Teori Zavascki é um insulto à memória do ministro que elevou o Supremo."

*Quem, na infância, já fez guerra de mamona sabe do que estamos falando....

 

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