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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2020

Estagiária do Rio influencia júri em processos envolvendo a milícia

Parece que é um filme B de uma prateleira esquecida de um depósito de filmes abandonada. Mas é a realidade de um Estado do Rio de Janeiro que, nas últimas décadas, se viu tomado por criminosos no poder. Reportagem na Editoria Rio, no Globo desta sexta-feira (10), revela que uma estagiária da Defensoria Pública, supostamente cooptada pela milícia, influenciou jurados e acabou por interromper por cinco meses a realização de júris em Nova Iguaçu. O nome da estagiária é mantido em sigilo pelo jornalista Rafael Nascimento de Souza, do jornal Extra que teve a reportagem replicada pelo jornal principal.



O grau de influência e poder da estagiária explica, sob muitos ângulos, a razão do nosso Judiciário ser caro, lento e, por isso mesmo , injusto. A estagiária paralisou, pelas ações e comando exterior de criminosos, os julgamento em uma das áreas mais violentas do país. As perguntas ainda não respondidas são:
- Como ela entrou na Defensoria?
- Quem lhe deu tanto poder?
- Onde ela está neste momento?
- Quem era o seu guarda-chuva na Defensoria que permitiu tamanha ousadia e influência?

Ela, conforme gravações obtidas, agia para absolver o braço armado da milícia. Seus alvos era livrar da prisão executores que atuavam a mando da máfia. Um deles confessou ter assassinado 43 pessoas nos últimos anos - a maioria mulheres.

O que fica evidente é que o comando do tribunal revelou-se falho e negligente. Não há como admitir que uma estagiária, que entra no setor via concurso ou por opção quando aceita ser voluntária - sem remuneração - ganhe tanto espaço e altere de tal forma o funcionamento do Poder Judiciário.

* Lembremos que o Rio de Janeiro é o estado em que o governador, Wilson Witzel, um ex-juiz, defende o "tiro na cabecinha" de criminosos - e nesta onda morreram muitos que era apenas suspeitos ou inocentes. E agora se vê que o crime grassa exatamente na esfera da Justiça, e na imagem de uma estagiária, sob a tutela de homens togados.


 

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