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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2020

Das coisas que a gente se esquece de não esquecer

Das coisas que esquecemos de não esquecer
Das coisas que esquecemos de não esquecer

Por Fábio Lau *

Quando li sobre o Macarthismo na adolescência achava que a adesão a um movimento racista e reacionário, pelo meio artístico e com ramificações na sociedade, onde tudo que não era adesionismo cego era chamado de comunista e como tal reprimido, seria experiência historicamente sepultada.

Tolo!

Assistimos aqui e ali, nesta terceira década do terceiro milênio, gente dos mais diversos setores sinalizando simpatia ou mesmo revelando convicção diante desta aberração que é o governo Bolsonaro.

Não vou citar nomes. Mas até um jovem humorista, que tinha na conta de um sujeito decente, fez este aceno talvez para sobreviver e tentar interromper uma onda terrorista da qual foi vítima indireta.

No meu ciclo, que não é tão grande, também noto que, diante do acirramento do ambiente nefasto, as pessoas sucumbem - quando não através de atos, da resignação.

"O tempo não pára!", profetizou Cazuza.

Tivesse dado à época dimensão à sua letra, teria associado este movimento ao que ocorreu na Europa, nA Noite dos Cristais, quando amigos de fé viraram inimigos, delatores e carrascos.

Ou, fosse bíblico (no sentido de me debruçar), e crítico, saberia que até o Rei dos Judeus foi alvo de traição quando a pele de um aliado se viu ameaçada pelo chicote.
O cinza ganha muitos tons. E a gente, por auto piedade, preferimos não ver.
Que as gerações futuras saibam entender o que disse Bertold Brecht e só costumamos ouvir quando ela dá cria:

"A cadela do fascismo está (e estará) sempre no cio!"

 

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