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Quarta-feira, 10 de Julho de 2019

O legado de Paulo Henrique Amorim

Amorim não era um jornalista de esquerda, era um legalista e democrata acima de tudo - o que hoje já o colocava no rol dos inimigos. Crítico do golpe, dos adversários do voto, da demagogia política e principalmente da truculência que chegou ao poder, isso fazia dele um inimigo inaceitável. Seu afastamento do Domingo Espetacular tem orelha, focinho e pé de porco. Certamente poderia ter maltratado seu coração. Não é fácil ser afastado de um amor, de uma cria e de um ente pelo qual você dedica anos de sua vida. Sua partida não enfraquece a luta. Ela revela que ela precisa ser ampliada por aqueles que, assim como PHA, entendem que o país precisa ser resgatado e recolocado nos trilhos. Sua morte é um grito alto e forte para que não desistamos. E ele há de nos inspirar e encorajar. Ele não poupava também os jornalistas que se deixavam tocar pelo falso doce deleite do poder. A estes reservava sua verve afiada e contundente. A morte de PHA ensina que o tempo da covardia passou. Muitos amigos morreram na luta e em nome deles é que precisamos permanecer vivos. Morrer de véspera, e especialmente jovem, é, como diria Ednardo, vexame do qual precisamos nos poupar.
Paulo Henrique Amorim e o apego à democracia
Paulo Henrique Amorim e o apego à democracia
Por Fábio Lau

Paulo Henrique Amorim não era um jornalista de esquerda, era um legalista e democrata acima de tudo - o que hoje já o colocava no rol dos inimigos. Crítico do golpe, dos adversários do voto, da demagogia política e principalmente da truculência que chegou ao poder, isso fazia dele um inimigo inaceitável. Seu afastamento do Domingo Espetacular tem orelha, focinho e pé de porco.


Certamente poderia ter maltratado seu coração. Não é fácil ser afastado de um amor, de uma cria e de um ente pelo qual você dedica anos de sua vida. Sua partida não enfraquece a luta.

Ela revela que ela precisa ser ampliada por aqueles que, assim como PHA, entendem que o país precisa ser resgatado e recolocado nos trilhos. Sua morte é um grito alto e forte para que não desistamos. E ele há de nos inspirar e encorajar.

Ele não poupava também os jornalistas que se deixavam tocar pelo falso doce deleite do poder. A estes reservava sua verve afiada e contundente.

A morte de PHA ensina que o tempo da covardia passou.

Muitos amigos morreram na luta e em nome deles é que precisamos permanecer vivos.

Morrer de véspera, e especialmente jovem, é, como diria Ednardo, vexame do qual precisamos nos poupar.

 

Veja também:

>> Morre aos 77 anos o jornalista Paulo Henrique Amorim

>> Bolsonaro protege igrejas de tributação

>> Filho de João Gilberto ironiza ignorância de Bolsonaro sobre seu pai: "No Bozo"

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