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Quinta-feira, 08 de Fevereiro de 2018

O ufanismo da velha mídia com queda de juros e inflação é caso de internação

Da Redação

Mídia mentirosa: a queda do juro é a inevitabilidade da deflação
Mídia mentirosa: a queda do juro é a inevitabilidade da deflação

Algumas horas a gente se pergunta se estes caras que escrevem em sites, jornais e TVs realmente consideram a todos os leitores idiotas ou se são são eles os tolos. A queda do juro a um patamar pouco acima de 6%, em um momento de deflação (onde não há dinheiro circulante para a população comprar), está longe de ser algo positivo ou a se comemorar. Há queda na taxa de emprego (e uma oscilação aqui e ali não é sinônimo de reversão), fechamento de postos de trabalho, redução no investimento na indústria e nenhum sinal de melhora no horizonte econômico. O juro do cartão de crédito e do cheque especial ultrapassam a casa dos 300% ao ano. Os que comemoram a tal queda recorde, políticos ou agentes ligados ao governo, o fazem por obrigação profissional. Mas eis que, vocalizadora do golpe, a velha mídia tenta transformar em pérola aquilo que reluz no esgoto. Mas é só lixo.

A economia encolhe. Construção civil, uma das principais geradoras de emprego, está estancada desde que as principais construtoras do país foram criminalizadas. Indústria automobilística, outra geradora de emprego, estacionada. Não há dinheiro circulante porque a taxa de desemprego aumentou de maneira galopante em pouco mais de dois anos - o que freou o impulso de investimento entre os que geram empregos e, claro, entre trabalhadores formais e informais.

A poupança brasileira está em queda - pelas mesmas razões. Postos de trabalho nas áreas de comércio e serviço estão mais próximos da extinção do que da retomada. O que há, portanto, a se comemorar? A queda do juro é uma tentativa vã do mercado financeiro de atrair os incautos.

Poucas vezes o país assistiu a sua rede hoteleira manter vagas às vésperas do Carnaval. E uma das razões é que o turismo interno está em queda. Voltamos ao patamar dos anos 80 quando o brasileiro vivia a insegurança do desemprego e da impossibilidade de investimento em aquisição de bens de consumo que, em tese, estimulariam a produção e vendas - fazendo girar o setor produtivo.

 

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