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Sábado, 24 de Março de 2018

Carlos Gardel: 83 anos da morte do ícone da música argentina

Gardel: ídolo da música 83 anos depois da morte
Gardel: ídolo da música 83 anos depois da morte


Pouca gente conhece Carlos Gardel além de sua relação com o tango. Mas o ícone maior da música argentina, o tango, tem histórias das mais interessantes na sua biografia. Exemplos não faltam. A gente pode até aqui rememorar a Rádio Relógio: você sabia?

Exemplo: o seu maior parceiro era um brasileiro. E foi com ele, no mesmo avião, que o artista que brilhou na música e no cinema veio a morrer em 1935 em um voo que o levaria a Medellín. Quer mais? Ele foi baleado, ainda jovem, por ninguém menos que um tio daquele que seria um dos maiores ídolos políticos da América Latina: Che Guevara. Quer outra: Um dos seus maiores sucessos, "Por una cabeza", é também a sua única composição na qual figura como autor. E nela ele faz homenagem ao vício incontrolável: corrida de cavalos - além de homenagear sua amada, naturalmente. O fato é que três meses, 24 de junho, sua morte estará completando 83 anos.



Com Gardel, é bom que se frise, o cadenciado ritmo portenho não seria o que é. Ninguém conseguiu cantar tango diferente desde que o artista assumiu-se como sua principal referência. Gardel deu ao tango, e a Argentina por consequência, uma faceta mais romântica. E a fama ganhou o mundo.

Mesmo a nacionalidade do artista é alvo de dúvidas e polêmicas. Há quem defenda a tese de que ele nasceu em Tolouse, na França, em 11 de dezembro em 1890 e veio ainda bebê para a América Latina. A partir daí uma nova dúvida: teria vivido até dois anos e meio no Uruguai quando então mudou em definitivo para a Argentina.

Como era jovem demais para saber, um bebê, dizia que nasceu aos 2 anos e meio em Buenos Aires. Era assim que se apresentava e se definia. Um argentino pós-maturo.

O certo é que morou boa parte de sua vida no bairro portenho do Abasto, o que lhe valeu o apelido de "El morocho del Abasto" ("O moreno do Abasto"). Teve uma infância pobre e desde cedo fez pequenos bicos.

Começou a cantar ainda muito jovem com o nome artístico de Carlos Gardel. Em 1911, formou uma dupla de música folclórica com o cantor uruguaio José Razzano. O reconhecimento veio em 1914, quando passaram a se apresentar regularmente no prestigioso cabaré Armenonville, em Buenos Aires.

No ano de 1917, Gardel e Razzano se tornaram os primeiros intérpretes de tango com a canção "Mi noche triste", já que na época o tango era somente instrumental. A partir de então, passaram a incluir esse ritmo em seu repertório. No mesmo ano, Gardel protagonizou seu primeiro filme, o mudo "Flor de durazno" ("Flor de pêssego"). Em 1923, se nacionalizou argentino, fazendo jus a outro de seus famosos apelidos: "El zorzal criollo" (algo assim como "sabiá das pampas").

Carlos Gardel Alfredo Le Pera


Quando a dupla se separou em 1925, Gardel já era popular na América Latina, na Espanha e na França. Porém, 1927 foi o ano de sua consagração na Europa, alcançando enorme sucesso especialmente em Paris.

Gardel é um dos personagens mais queridos da cultura argentina, e por isso as referências à sua figura são muitas.

Gardel faleceu em 24 de junho de 1935, no auge da carreira, devido a um desastre aéreo ocorrido na cidade colombiana de Medellín durante uma turnê latino-americana. Não se casou nem teve filhos, mas manteve um amor devocional por sua batalhadora mãe, a quem deixou toda a sua herança.

Sobre a morte alguns rumores indicavam que o acidente no avião não se deveu a um defeito no trem de pouco do trimotor fabricado pela Ford. Mas um tiro, disparado na aeronave, teria impedido que o equipamento fosse recolhido. Morreram 13 pessoas entre passageiros e tripulantes.

Eis a interpretação de um dos seus maiores sucessos:

 

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