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Segunda-feira, 02 de Outubro de 2017

Mãe e filha agredidas em um shopping em Brasília confundidas com gays - vídeo

Uma mãe passeia em um shopping abraçada à sua filha numa tarde de domingo. Centenas de pessoas caminham à sua volta. Eis que um homem assiste a cena e decide então atacá-las. Diz que aquela era uma cena explícita de homossexualidade e que deveriam, ambas, tomar vergonha e bla, bla, blá. O que soa patético narrado assim de fato aconteceu em plena capital da República. Mãe e filha foram atacadas e ofendidas porque o sujeito acreditou se tratar de lesbianismo. E se fosse? Teria ele direito de agir assim? A mulher não se intimidou e levou o homem à delegacia. E disse: "e se fosse gay? Como ele pensa que poderia agir assim?"

"Moro em Brasília e ontem na Asa Norte no shopping Liberty Mall eu e minha filha fomos atacadas por um louco que achou que éramos um casal gay", disse ela. Solange, a narradora do caso e usou um vídeo para descrever o constrangimento conta que saiu do cinema com a filha de 20 anos e, ao final do filme, quando ambas estavam andando pelo shopping, foram atacadas por um homem de cerca de 50 anos, que achou que se tratava de um casal gay. Primeiramente foram ataques verbais e depois ele chegou a agredir a mãe no rosto, chamando as duas de "cretinas e safadas".

Solange disse que resolveu gravar o vídeo, pois acha um absurdo que duas pessoas não possam andar abraçadas, mesmo que sejam homossexuais, sem serem atacadas. Ela chamou a segurança do shopping e foram todos para a delegacia, onde ela prestou queixa.

Não se sabe ainda o nome do agressor ou se agiu em nome próprio ou se seguiu orientação de alguém ou alguma organização religiosa. Recentemente evangélicos conseguiram que a Justiça incluísse a homossexualidade como caso de doença passível de tratamento.

Veja o vídeo



Há seis anos situação semelhante ocorreu em Barretos, São Paulo, durante festa do Peão. Pai e filho saíram abraçados do banheiro e foram agredidos por um grupo homofóbico. O pai, à época com 42 anos, teve a orelha decepada por um dos agressores. Seu filho, com 18, também foi agredido.

 

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