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Cultura - Documentários

 

Quarta-feira, 01 de Julho de 2020

Boleros do Mundo: em documentário, jornalista quer homenagear pai morto por covid-19

George Patiño: filho e pai num dos últimos encontros
George Patiño: filho e pai num dos últimos encontros

O jornalista George Patiño perdeu seu pai recentemente vítima de Covid-19. Personagem pouco comum, o pai vivia ultimamente nos Estados Unidos onde unia duas das principais paixões da sua vida: a Odontologia e a devoção à música, especialmente ao Bolero. Ele era das raras figuras que conquistara três cidadanias (boliviana, brasileira e americana. E é esta personalidade singular que seu filho pretende transportar para um documentário cujo financiamento está aberto a espera de parceiros no sítio de colaboração coletiva da Internet, o Kickante. Para colaborar você pode clicar aqui. Nós conversamos com o jornalista George Patiño.





Por que você decidiu homenagear seu pai com a produção de um documentário?


George Patiño - Porque venho trabalhando com assessoria de imprensa para clientes da área de cinema nos últimos anos. Entre eles a Bang Filmes, a MPC Filmes e a Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Dada essa minha proximidade com a indústria cinematográfica e com a academia, passei a acreditar na força do audiovisual para prestar esse tributo e construir essa narrativa sobre a vida do meu pai.

Há quantos anos vocês não se viam?

GP - Não via o meu pai há 7 anos, desde sua última visita ao Brasil, quando veio para a formatura da minha irmã em medicina. Mas mantinha contato com ele pelas redes sociais.

Fale um pouco da origem da sua família?

GP - Minha família do lado paterno é originária da Bolívia. Meu pai nasceu na cidade de Potosi, uma das mais altas, se não a mais alta, da Bolívia. Eu mesmo quando estive lá não aguentei a altitude e fui parar num hospital para me reestabelecer. O sobrenome Patiño é muito conhecido lá. O empresário Simon Patiño foi dono de minas de estanho na Bolívia e uma das maiores fortunas do mundo entre o final do século XIX e início do século XX. Reza a lenda que era parente distante nosso, mas infelizmente não ficamos com nenhuma uma pequena parte de sua imensa fortuna.

A paixão pelo bolero levada na bagagem
A paixão pelo bolero levada na bagagem  
















A perda de alguém em um período tão difícil quanto o que a gente está vivendo se torna ainda mais dolorosa. Fale sobre isso!

GP- Meu pai foi para os Estados Unidos há 24 anos. Neste período eu estive lá com ele uma vez e ele veio aqui outras tantas. Na década passada ele foi diplomado cidadão americano, o que facilitaria sua vinda ao Brasil, mas isso coincidiu com uma doença degenerativa que ele adquiriu chamada ataxia cerebelar, que afeta o equilíbrio. Sua locomoção foi ficando cada vez mais difícil. Por último agora, ele já estava andando em cadeira de rodas. Mais ou menos entre o final de abril e início de maio, diagnosticaram ele com a COVID-19. Meu pai sempre foi muito forte e sobreviveu a várias outras moléstias. Parecia que já estava se recuperando da COVID-19, mas como ele tinha várias comorbidades, ao que parece, não conseguiu vencer mais essa doença. Para mim, é muito triste, mas eu acredito que não existe morte. Por isso, também, resolvi homenagear meu pai fazendo um filme sobre ele e destacando sua arte e seu amor pela música.

*Todo o projeto foi orçado em R$ 220 mil. Para ajudar clique aqui

 

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