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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017

Quando o "maior escândalo de corrupção do país" é apenas uma xerox

Por Fábio Lau

Quando o JN vem com aquela pompa dizendo que a corrupção envolvendo políticos e empreiteiras configura-se no maior escândalo de corrupção da história do país você deve pedir licença, olhar para o cantinho e.... cair na gargalhada. Claro que é só força de expressão. O esquema é nocivo e, claro, precisa ser combatido. Mas não venha nos dizer que é algo novo e fazer caras e bocas de virgem imaculada. Esta história é mais antiga que.... você sabe!

Em 1993 o governo Itamar Franco criou a CPI do Orçamento. O motivo não era outro. A corrupção. Mas lá, diferentemente de agora, foram punidos membros do executivo e do legislativo. Os corruptores, ou seja, empresários, passaram ao largo. A ponto de, em 1995, o senador Pedro Simon pedir a reabertura da CPI ou a criação, em paralelo, da CPI das Empreiteiras. O motivo? Denúncias de sonegação fiscal e evasão de divisas envolvendo a construtora OAS - a mesma que anda dando pinta por aí nos dias de hoje.

À época, é bom que se diga, ela era uma empresa radicada particularmente na Bahia e pertencia ao genro do então manda-chuva Antonio Carlos Magalhães. Dizia-se, à época, que a sigla significava "Obras Autorizadas pelo Sogro". Mas devia ser boato.

Note que hoje não se tocou neste assunto ainda: o grau de sonegação das empreiteiras fisgadas pela Lava-Jato. Será que foi esquecimento?

Em um texto da época, descobrimos que sobre as empreiteiras foram aplicadas multas modestas, nada tão elevado assim. Na época havia paridade entre o dólar e o Real, portanto os valores são bem próximos dos atuais reajustados pelo dólar.


" A Receita Federal já concluiu que as empreiteiras baianas OAS e Norberto Odebrecht devem juntas à União cerca de 1,5 bilhão de Ufir (R$ 1,015 bilhão) por sonegação de impostos e vários tipos de fraudes contra o fisco, como o uso de notas frias.

NdaR- estes valores, hoje, estariam em torno de R$ 5 bi. Não há notícias de que tenham quitado o débito.

O valor total inclui o imposto sonegado, multas e juros devidos de 1988 a 1993.

A OAS e a Odebrecht foram as últimas entre as várias empreiteiras fiscalizadas por denúncias feitas nas CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) do Collorgate e do Orçamento.

As multas que a Receita pretende cobrar da OAS e da Odebrecht -cerca de R$ 500 milhões de cada empresa- são das maiores já aplicadas.

NdaR - estas multas seriam hoje de R$ 1,5 bi. Não há registro de pagamento.

A fiscalização realizada na OAS, concluída em dezembro passado, teve o mesmo objetivo das investigações feitas em outras grandes empreiteiras do país, que também foram autuadas".


 

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