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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2016

Por que é fácil amar Jesus e não aos milhares de refugiados da Síria?

Da Redação

A história de Jesus se repete a cada dia
A história de Jesus se repete a cada dia

Quem era Jesus? Podemos dizer, sem receio, que era um filho de refugiados, nascido em Belém, uma região dominada pelos romanos. Hoje o lugar seria Israel, mas, até outro dia, era Assíria ou África do Norte. Daí a não ser nenhuma surpresa comparar a situação dos pais de Jesus, na sua época, ao que ocorre hoje. E por que os cristão, mesmo vendo se repetir hoje a perseguição a um povo e a milhares de famílias, como a de José e Maria, não se compadecem da sua causa?



Gostar de Jesus é fácil. Era ele, visto aos olhos contemporâneos, o filho de Deus a lutar por todos os homens. Pela Justiça e redenção espiritual. Mas, se não quisermos perder a noção do tempo e da história, compreendemos Jesus e seus familiares como refugiados, sem-terra, um homem subversivo - tendo em vista que enfrentou o status quo religioso de então - e, por fim, um perseguido pelo Estado e condenado à pena de morte.

E por que, diante de tantas semelhanças, não entendemos o momento atual, com milhões de perseguidos na mesma região onde nasceu Jesus Cristo, como a reedição da mesma história. Temos ainda preconceito com os sem-terra, com os perseguidos políticos (subversivos), especialmente de esquerda, e não nos apiedamos do seu sofrimento.

Sim. O gostar de Jesus, de certa forma, se restringe ao Natal quando nos enternecemos com mensagens natalinas e humanísticas. Mas, por sorte, diria um cínico, teremos amanhã.

Que o sofrimento destes homens, como o pai da imagem pinçada na internet, perseguidos hoje pela mesma polícia que caçou e matou Jesus, seja interrompido.

Afinal, é o que desejaríamos que tivesse acontecido a Jesus. Ou não?

 

Veja também:

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