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Terça-feira, 19 de Junho de 2018

Papa alerta para ditadura que nasce do monopólio da Comunicação

Depois de determinar a correção de um desmentido no Vatican News, o papa Francisco volta a falar sobre a importância da Comunicação e o perigo que pode se transformar se nas mãos de pessoas desqualificadas. Ele lembrou da história bíblica de Nabot onde o dono da terra é levado à morte por discordar dos poderosos. E lembra também da história de Jesus, de Santo Estevão e de todos os mártires que foram condenados usando um cenário de calúnias. Mas é também paradigmática do modo de proceder de tantas pessoas de "tantos chefes de Estado ou de governo". Começa com uma mentira e, "depois de destruir seja uma pessoa, seja uma situação com aquela calúnia", se julga e se condena.



Para Francisco, as ditaduras adulteram a comunicação: "Também hoje, em muitos países, se usa este método: destruir a livre comunicação". Por exemplo, pensemos: há uma lei da mídia, da comunicação, se cancela aquela lei; se concede todo o aparato da comunicação a uma empresa, a uma sociedade que faz calúnia, diz falsidades, enfraquece a vida democrática. Depois vêm os juízes a julgar essas instituições enfraquecidas, essas pessoas destruídas, condenam e assim vai avante uma ditadura. As ditaduras, todas, começaram assim, adulterando a comunicação, para colocar a comunicação nas mãos de uma pessoa sem escrúpulo, de um governo sem escrúpulo.

"Também na vida cotidiana é assim", destacou o Papa: se quero destruir uma pessoa, "começo com a comunicação: falar mal, caluniar, dizer escândalos":

E comunicar escândalos é um fato que tem uma enorme sedução, uma grande sedução. Seduz-se com os escândalos. As boas notícias não são sedutoras: "Sim, mas que belo o que fez!" E passa. Mas um escândalo: "Mas você viu! Viu isso! Você viu o que aquele lá fez? Esta situação. Mas não pode, não se pode ir avante assim!" E assim a comunicação cresce, e aquela pessoa, aquela instituição, aquele país acaba na ruína. No final, não se julgam as pessoas. Julgam-se as ruínas das pessoas ou das instituições, porque não se podem defender.

Conheça a história de Nabot:

A história bíblica fala sobre Nabot, um jovem herdeiro de terras onde cultivava uvas. Ele tinha o compromisso de manter a propriedade deixada pelos pais. Mas o rei de Samaria tudo fez para adquiri-la. Primeiro pediu. Em seguida quis comprar. E, com a recusa, insistiu fazendo mais e mais promessas. Em vão. Deprimido, o rei se tornou um homem triste. Até que sua mulher, Jezabel, para tentar devolver-lhe o humor, decidiu matar Nabot. De acordo com a analogia do papa, se o adversário não dá ao dono da Comunicação o que ele espera, o dono da comunicação prepara sua morte - política.

 

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