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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

Morales quer proibir expansão de seitas evangélicas no país

Pastores bolivianos temem que sejam impedidos de pregar nas ruas
Pastores bolivianos temem que sejam impedidos de pregar nas ruas
O exemplo do que ocorre no Brasil, onde a livre instalação de religiões ditas cristãs está convertendo índios na região amazônica e promovendo sua aculturação, levou o presidente da Bolívia, Ivo Morales, a agir. Ele convocou líderes religiosos e políticos para estabelecer, em conjunto, ações que contenham este avanço. Para ele, há muitos oportunistas agindo por trás das ditas religiões que buscam apenas o enriquecimento: "alguns chegam a defender a pena de morte", disse. Mas há reações de grupos religiosos que dizem que há preconceito religioso.

Os jornais bolivianos tem divulgado com destaque este assunto. Especialmente La Razion e Los Tiempos:

Preocupado com instituições religiosas clandestinas que começam a surgir na Bolívia e o temor de que a política seja contaminada por fanáticos fundamentalistas que "fazem o diabo em nome de Jesus", como diz ocorrer nos países vizinhos, o presidente Evo Morales, depois de ouvir importantes lideranças políticas e religiosas, decidiu agir e propõe a proibição de seitas evangélicas no país.
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O novo Código Criminal Penal proposto pelo presidente, que deverá ser votado em 60 dias, sugere uma série de mudanças na legislação. A mais dura delas esta no artigo 88, em seu 12º parágrafo que caracteriza como crime a proliferação de seitas e prevê prisão de sete a doze anos o recrutamento de pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto.
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As principais autoridades políticas e religiosas do país concordam com as mudanças propostas pelo presidente. O temor é que fanáticos religiosos recrutados em países vizinhos comecem a atuar na Bolívia e explorar os mais pobres - uma das praticas mais comuns dessas congregações. Outra preocupação é a de que esses fundamentalistas consigam espaço na política e se juntem a latifundiários e empresários.

Morales não aceita pregação que iniba cultura indígena
Morales não aceita pregação que iniba cultura indígena  


"Existem muitos desses falsos cristãos que defendem até mesmo a pena de morte. Se dizem Cristãos, mas querem apenas enganar e ludibriar o povo e ganhar espaço na política e não aceitaremos isso" - afirmou um político próximo a Evo Morales.
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Uma das razões que levaram Morales, que é de etnia uru-aimará, e uma das mais importantes lideranças indígenas da América latina a tomar tal decisão é o avanço de pastores fundamentalistas em tribos no Amazonas, principalmente no lado brasileiro, onde a evangelização é livre, sem nenhuma restrição ou proibição e os índios estão sendo convertidos, batizados perdendo completamente suas identidades culturais e religiosas.


Algumas lideranças evangélicas brasileiras estão indignadas e protestam contra o presidente Evo Morales, chamando-o de esquerdista e comunista. Até ai nada demais, pois Morales é um comunista assumido, tanto que ofertou ao Papa Francisco uma foice e um martelo talhado em madeira. Além disso, é um critico ferrenho da interferência dos EUA em outros países. A Bolívia não é o primeiro país a se insurgir contra o fanatismo das seitas evangélicas. Em Angola também é proibida a presença das igrejas evangélicas muito especialmente as criadas no Brasil.

Igrejas evangélicas protestam



O pastor Miguel Machaca Monroy, presidente das Igrejas Evangélicas de La Paz, acredita que a formulação desta lei os impedirá de pregar e evangelizar nas ruas. Por isso, eles estão fazendo uma campanha de oração e jejum em favor do país.

A liderança da Assembleia de Deus da Bolívia emitiu um pronunciamento, dizendo que o país se encontra em uma "situação de emergência, que pelo visto é gravíssima". Os pastores também são contrários ao artigo 157, que legaliza do aborto. Com informações de La Razón e Los Tiempos



 

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