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Terça-feira, 13 de Outubro de 2020

Fux espera apoio do plenário do STF no episódio "André do Rap"

Fux: decisão polêmica e jogo de cena
Fux: decisão polêmica e jogo de cena

A decisão do presidente do STF, Luiz Fux, de cassar o habeas corpus concedido por Marco Aurélio Mello ao traficante André Oliveira Macedo, o André do Rap, ligado ao PCC, será submetida ao plenário do Supremo. A decisão do recém empossado presidente revoltou o agora decano da Corte por entender que ele jogou para a plateia. A apreciação do plenário ocorrerá nesta quarta-feira (14). No último dia 2, o ministro Marco Aurélio julgou o pedido da defesa, e, aplicou o que determina o artigo 316 do Código de Processo Penal: entendeu que André estava preso por tempo maior do que o legalmente permitido. A informação foi publicada pelo site Conjur.


O réu foi posto em liberdade no sábado de manhã e gerou muita polêmica nos meios jurídico, político e na mídia. A decisão, no entanto, foi suspensa na noite do sábado por ordem de Fux, que apontou risco à ordem pública com a soltura. Mas ao revogar a decisão de Marco Aurélio o criminoso já estava longe e possivelmente fora do Brasil.

Para o presidente do STF, a liminar de Marco Aurélio foi dada sem que as instâncias anteriores tivessem debatido o prazo nonagesimal do artigo 316 do Código de Processo Penal.

"Essa circunstância colide com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que veda o conhecimento do habeas corpus nesses casos, em razão da supressão de instância", entendeu Fux.

Em agosto, Marco Aurélio já tinha acatado outro pedido de Habeas Corpus de André, pelos mesmos motivos. Ele só não foi libertado porque havia outra condenação contra ele, a que foi alvo do novo pedido de HC.

André foi solto na manhã do sábado. À noite, Fux atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República e atendeu o pedido de Suspensão de Liminar para que o acusado fosse preso novamente.

A questão gerou um imbróglio interno. Para Marco Aurélio, o presidente não podia ter feito o que fez porque "descredita" a Corte e tenta responder aos anseios populares em uma "busca desenfreada por justiçamento".

"É a prática da autofagia, que só descredita o Supremo." "Evidentemente, ele não tem esse poder, mas, como os tempos são estranhos, tudo é possível", complementou o ministro. "Disse-o bem o ministro Gilmar, na última sessão, repetindo minha fala na posse: ele é coordenador de iguais e não superior hierárquico."

 

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