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Terça-feira, 09 de Julho de 2019

Bolsonaro protege igrejas de tributação

Bolsonaro e seus principais defensores nas igrejas
Bolsonaro e seus principais defensores nas igrejas
Gozando do apoio das igrejas evangélicas e sendo tolerante com a católica, o presidente Jair Bolsonaro, que avança sobre a previdência pública dos mais pobres para preservar a dos ricos, articula para reduzir ainda mais a chance de tributação das igrejas. Ele vai acabar com a exigência para que igrejas pequenas se cadastrem no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. Outra medida em estudo, que atende a parlamentares evangélicos, quer impedir a elevação (de R$ 1,2 milhão para R$ 4,8 milhões) do piso de arrecadação para que uma igreja seja obrigada a informar suas movimentações financeiras diárias. A bancada evangélica também pediu que as entidades sejam liberadas de determinadas demonstrações contábeis.

Com o país em crise, onda de desemprego e achatamento das pensões e aposentadorias, a pergunta que todos devemos fazer é: por que as igrejas, que arrecadam bilhões de fieis, não podem ser tributadas?

Afinal, sabemos, o dinheiro arrecadado não é levado à caridade ou interesse social. Serve, ou tem servido na sua maior parte, para abrir mais templos, comprar rádios e tvs e, assim, fazer mais dinheiro.

Fato é que não teremos um país minimamente justo enquanto este tipo de proteção for preservada. Trata-se, na verdade, de extorsão. Ou cede à gula das igrejas por facilidades e tolerância (enquanto ela é a cada dia mais intolerante) ou ela joga seus fieis contra autoridades.

Afastamento pode justificar

Há dois meses o site Catraca Livre destacou que o presidente Bolsonaro perde apoio entre os eleitores evangélicos - não entre as lideranças. Trata-se de um dado mostrado pelo Estadão apontando que entre evangélicos o apoio ao presidente caiu de 60% de aprovação para 41%. Ou seja, uma queda de 25%.

A importância desse dado é óbvio: os evangélicos foram os principais eleitores de Bolsonaro. Entre janeiro e abril, um terço dos eleitores com renda mensal de até dois salários mínimos deixou de dar apoio a presidente Jair Bolsonaro.

O desgaste é mais expressivo nas capitais e no Nordeste, onde de cada dez eleitores que consideravam o governo bom ou ótimo, quatro já mudaram de ideia.

No Sudeste e no Sul, esse movimento também se observa, mas com menor intensidade: três e dois de cada dez, respectivamente, já deixaram de manifestar aprovação.

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