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Segunda-feira, 08 de Janeiro de 2018

TRF4 chuta para longe a imparcialidade e coloca processo de Lula à frente de sete

O trio que tem pressa em decidir o destino do país
O trio que tem pressa em decidir o destino do país

Imparcialidade da Justiça? Talvez em breve vire artigo de museu. O processo da Lava-Jato, seletivo e direcionado, e agora a movimentação do TRF4 para apressar o julgamento de Lula, para torná-lo inelegível, mostram que o tema ganhou um colorido próximo do batom vermelho. E para piorar, sabe-se agora que outros sete processos foram deixados de lado para que Lula pudesse figurar no julgamento do próximo dia 24. Há, para estes juízes, réus que requerem urgência e aqueles que podem esperar.



Jornal GGN -

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região passou o caso triplex na frente de outras sete ações penais que chegaram primeiro à segunda instância e ainda aguardam julgamento. É o que informa a Folha desta segunda (8).

O levantamento é mais um indício de que o TRF4 acelerou o julgamento do recurso de Lula de olho no calendário da eleição de 2018. Mas segundo a Folha, a desculpa da corte - que nega tentativa de interferir no processo eleitoral - é que os casos da Lava Jato são analisados na segunda instância de acordo com sua "complexidade", e não por ordem de chegada.

Na frente de Lula estão processos como o da operação Carbono 14, de setembro de 2016, que condenou José Carlos Bumlai, Delúbio Soares, Ronan Maria Pinto (empresário do ABC) e outros. As outras 6 condenações envolvendo Eduardo Cunha (e a absolvição de Cláudia Cruz), de Marcelo Odebrecht, André Vargas e Sérgio Cabral, entre outros.

Folha sublinhou que o caso triplex foi o mais rápido a chegar à segunda instância: em 42 dias, desde que Sergio Moro condenou Lula a 9 anos e meio de prisão. Depois disso, levou poucos meses para ser relatado por João Gebran Neto e ter a data do julgamento agendada pelo revisor Leandro Paulsen.

O jornal afirma que o TRF4 também acelerou os processos contra Eduardo Cunha e João Vaccari.

O Tribunal também alegou que passou a ter uma maior produtividade ao longo dos anos. Para sustentar a tese, mostrou o dado de que, em 2016, julgou apenas 5 casos que já haviam sido concluídos por Moro. Em 2017, o número saltou para 15. Em 2015, foram apenas 3.

O julgamento do recurso de Lula está marcado para o próximo dia 24.

 

Veja também:

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