• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 

Conexão TV

Quinta-feira, 10 de Outubro de 2019

Guga Chacra "esculacha" Eduardo Bolsonaro

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > colunas > audiência na tv

Audiência na TV

 

Segunda-feira, 06 de Agosto de 2018

MST fará caminhada no dia seguinte a possível veto de Cármen Lúcia

Foto: MST

MST prepara ato para confirmar candidatura Lula
MST prepara ato para confirmar candidatura Lula

Com a provável decisão de Cármen Lúcia de antecipar para quinta-feira, dia 9, a decisão que deverá vetar em definitivo a candidatura de Lula à Presidência da República, militantes do MST decidiram marchar até Brasília. Há aí um conflito jurídico - caso vete a candidatura de Lula, a ação estará ocorrendo antes do prazo final para a homologação - dia 15. Mas o movimento do MST tem caráter inverso: farão o registro coletivo da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Marcha Nacional Lula Livre é organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) com apoio das entidades que compõem a Frente Brasil Popular.



Em reportagem de Rute Pina, do Brasil de Fato, os militantes revelam que a manifestação itinerante foi anunciada nesta sexta-feira (3) em um evento no Armazém do Campo, loja agroecológica do MST no centro de São Paulo (SP).

As candidaturas terão de ser registradas até o próximo dia 15 de agosto, mas a lei permite que o partido e a coligação façam substituição de candidatos até 17 de setembro.

Os sem-terra vão caminhar 50 quilômetros em cinco dias. Eles saem de três cidades - Formosa (GO), Luziânia (GO) e Engenho das Lages (DF) - no dia 10 de agosto em direção à capital federal. Lá, no dia 15 de agosto, último dia para o registro das candidaturas que vão disputar as eleições presidenciais em 2018, os camponeses se reúnem com outras organizações e partidos de esquerda em um ato em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Durante o ato de abertura da marcha, o integrante da coordenação nacional do MST Márcio Santos explicou que os militantes vão passar pelas principais rodovias de acesso à Brasília.

"Neste momento, a nossa marcha tem um caráter bastante definido que é pela democracia, contra a prisão arbitrária do ex-presidente Lula e pelo direito de ele ser candidato para disputar as eleições", afirmou o dirigente.

Este tipo de mobilização, dentro do MST, não é novo. O movimento marchou em 1997, 1999 e 2005.

"Já fizemos várias marchas na história do MST contra as privatizações do governo FHC; pela reforma agrária, denunciando o massacre de Eldorado de Carajás; e já fizemos marchas também no governo Lula, reivindicando reforma agrária e mais direitos para os trabalhadores do campo brasileiro", pontuou Santos.

O militante do movimento negro Douglas Belchior, candidato a deputado federal pelo PSOL, demonstrou apoio à marcha e ressaltou a importância dos protestos em torno da liberdade do ex-presidente.

"É um crime a manutenção da prisão do Lula. É um crime de classe. É a burguesia nacional se articulando para impedir Lula de disputar a eleição e botar freio nesse projeto de destruição do estado nacional e dos direitos dos trabalhadores e do povo brasileiro", disse.

O deputado federal Nilto Tatto (PT-SP) afirmou que a marcha será mais uma das ações que pretende esclarecer que Lula é, sem alternativas, o candidato do PT à Presidência da República.

"É a vontade do povo brasileiro. Não dá para o povo brasileiro aguentar os retrocessos que vêm sendo implementados com o governo Temer, depois do golpe [de 2016]. São vários retrocessos do ponto de vista das conquistas dos direitos do povo brasileiro ao longo dos últimos 30 e 40 anos, como é exemplo a reforma trabalhista", afirmou o petista.

Tatto também lembrou e se solidarizou com a greve de fome de seis militantes. Eles protestam pela liberdade de Lula desde o dia 31 de julho.

Já a médica sanitarista Telma Neri, do Fórum Paulista de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos, pontuou a marcha como importante estratégia de denúncia da sociedade civil e dos movimentos organizados.

"Estamos aqui hoje para lembrar e chamar a todos para a Marcha Lula Livre. A saúde pública está desmontada. Brasil é campeão em uso de agrotóxicos. Somente o retorno de uma política de saúde pública efetiva vai conseguir barrar isso. Para tanto, precisamos estar juntos", disse.

Cada uma das três marchas que vão caminhar em direção à Brasília por cinco dias deve reunir, segundo o MST, cerca de 2 mil pessoas.

Edição: Diego Sartorato (BdF)

 

Veja também:

>> E manobra confusa, PT dá a vice a Manuela D'Ávila, mas oficializa Haddad

>> PT e PCdoB anunciam aliança nacional e explicam nome de Manuela

>> 13 candidatos vão disputar as eleições presidenciais em outubro

>> Lula decide neste domingo o nome do vice

>> Maduro é alvo de atentado a bomba

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
MST fará caminhada no dia seguinte a possível veto de Cármen Lúcia
 

Copyright 2019 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!