• Ouça a Rádio
  • Galeria de Fotos
  • Vídeos
  • Facebook
  • Twitter
Conexão Jornalismo é o primeiro site do país a merecer o selo verde.
Planvale

Busca

 

Conexão TV

Quarta-feira, 21 de Outubro de 2020

Robinho e seu Deus "particular" contra "pessoas usadas pelo demônio"

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
VER +

Galeria de Fotos

 
 

 
 

Comunidade

home > colunas > audiência na tv

Audiência na TV

 

Terça-feira, 22 de Setembro de 2020

Mignonnes: corra e assista no Netflix antes que Damares censure

A narrativa sobre a vida de jovens francesas à beira da sexualização
A narrativa sobre a vida de jovens francesas à beira da sexualização


Por Fábio Lau*


Assisti no Netflix a esta pequena obra prima de sensibilidade e interpretação infanto-juvenil chamada Mignonnes.

Ao longo do filme pensava como conseguiram trabalhar as jovens atrizes para interpretar pessoas da própria idade e geração e sobre elas tecerem um fundamento crítico próprio do momento.

Não à toa há um processo em curso dos que pretendem remover o filme do cardápio. O roteiro é pontiagudo e ao mesmo tempo respeitoso com a fé e a religião.

Ele é crítico, mas não estabelece julgamento. Fica a dica para quem quer compreender o que, de forma rasa, chamados apenas de sexualização infantil.

O filme está sendo caçado, literalmente, pelos radicais religiosos brasileiros porque explora aquilo que é parte integrante de uma fase da juventude: a busca da menina por alcançar a sexualidade e o apelo comercial que isto representa.

Amy (Fathia Youssuf) é a protagonista do filme. Segundo a sinopse oficial, ela é uma estudante de 11 anos que começa a se rebelar contra as tradições conservadoras da família (senegalesa e adepta, por exemplo, da poligamia) e encontra seu lugar em um grupo de dança da escola.

Nas redes sociais, no final de agosto, os materiais promocionais mostravam o grupo de garotas em posturas que foram desaprovadas nas redes sociais. Usuários disseram que elas estavam sendo sexualizadas e em poses "inapropriadas".

Em nota oficial, a plataforma pediu desculpas: "Pedimos perdão pela arte inapropriada que usamos para Cuties. Foi errado, e a arte não representava corretamente o conteúdo deste filme francês que venceu um prêmio em Sundance".

A diretora Maïmouna Doucouré foi premiada em sua categoria no festival em janeiro deste ano.


* Fábio Lau é jornalista

 

Veja também:

>> O filme que denuncia a manipulação das mentes está no Netflix

>> PM agride mulher negra diante da família em Macapá - também - vídeo

>> Boulos, o antibolsonaro, é a promessa de quebra da hegemonia tucana em SP

>> Crítica & Literatura: Feminismo e Feitiçaria

>> O Brasil pós Bolsonaro não merece respeito dos EUA e do resto do mundo

 
  • Enviar para um amigo
  •  
  • Compartilhar no Twitter
  •  
  • Compartilhar no Facebook
  •  
  •  
  •  comentário(s)
  •  
 
Mignonnes: corra e assista no Netflix antes que Damares censure
 

Copyright 2020 - WebRadio Programa Conexão - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go2web

Está no seu momento de descanso né? Entao clique aqui!