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Terça-feira, 04 de Setembro de 2018

Justiça manda Globo recontratar Cláudia Rodrigues

Tratamento demorado, doloroso e caro
Tratamento demorado, doloroso e caro

A humorista e atriz Cláudia Rodrigues, 47 anos, que durante anos fez sucesso na TV como Marinete, em "A Diarista", e Sirene, em "Sai de Baixo", terá que ser recontratada pela Rede Globo. Ela, que é portadora de esclerose múltipla, uma grave doença auto imune, deixou a emissora em 2016 após revelar que estava doente e fazia tratamento doloroso. Ali, enquanto recebia apoio de fãs e colegas, acabou tendo seu contrato não renovado pela Rede Globo. A atriz alegou, ao recorrer à Justiça, que vive precariamente apenas com recursos advindos de aluguéis.



Após ter sido dispensada, Cláudia decidiu recorrer a advogados e à Justiça. Revindicou direitos trabalhistas sob a alegação de que foi dispensada em processo discriminatório.

Na Justiça, Cláudia Rodrigues exigiu que a emissora a recontratasse e também pediu que seus salários dos últimos anos fossem pagos de maneira atualizada. A decisão acabou saindo apenas na semana passada e foi divulgada nesta segunda-feira pela apresentadora da Rede TV!, Sônia Abrão. A Globo ainda pode recorrer.

Para a juíza que analisou o caso, ficou evidente a forma descriminatória motivada pela doença da atriz.

Em sua sentença, mandou que a Globo recontrate Cláudia e que pague seus salários dos últimos três anos. É possível que o contrato da atriz já esteja em vigor novamente, o que a impediria de dar novas entrevistas.

Portadora de esclerose múltipla (EM) desde o ano de 2000, a atriz Claudia Rodrigues luta há anos contra a doença com tratamentos alternativos, mas que tamnbém são agressivos.

Após submeter-se a sessões de quimioterapia para combater os anticorpos que atacam o sistema nervoso, ela passou, em janeiro de 2016, por um transplante de células-tronco, uma terapia relativamente nova que promete melhora marcante.

Um ano e meio depois, ela recebeu a notícia de que o transplante havia dado certo e que podia sair do isolamento.


Segundo o neurologista da atriz, Rodrigo Thomaz, coordenador médico do centro de tratamento de esclerose múltipla do programa integrado de neurologia do Hospital Albert Einstein, quando o transplante de células-tronco é bem-sucedido, a doença para de progredir. "Em comparação com outros tratamentos, é o que deixa o paciente mais livre dos surtos", explica.

Cláudia realiza outros tratamentos em uma clínica no interior de São Paulo, na qual vive há meses para se reabilitar. Tratam-se de terapias de ponta que visam curar completamente a doença.



 

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