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Segunda-feira, 08 de Maio de 2017

Fora de Pauta: o dia em que a jornalista virou presidiária - vídeo

Da Redação

Paula Máiran: três anos de profissão e a infiltração
Paula Máiran: três anos de profissão e a infiltração

Não é de hoje que jornalistas usam das mais variados artimanhas para alcançar informações primárias, sem a interferência de agentes como a polícia ou mesmo a Justiça. Tantos foram os casos ao longo dos anos que alguns se desdobraram em tragédias. Tim Lopes, um dos mais respeitados jornalistas do país, foi descoberto quando produzia reportagem para a Rede Globo em uma favela no Rio, em 2002. No ano anterior, o mesmo havia ocorrido ao jornalista francês Michel Peyrard, que vestiu burka (indumentária feminina que esconde o rosto e o corpo) para penetrar no até então intransponível universo do talibã. A estratégia, como se vê, é recurso usual e muitas vezes imprescindível para que o profissional possa conhecer e informar com fidelidade ao seu público histórias até então restritas a um ambiente social ao qual não teria acesso.




Daniela e Glória Perez: tragédia em família
Daniela e Glória Perez: tragédia em família  
Atualmente com mais de 20 anos de profissão, a jornalista Paula Máiran viveu, nos primórdios da carreira, a mesma experiência camaleônica e de uma forma das mais inusitadas. Para se aproximar de uma detenta e tentar desvendar os mistérios que permeavam o rumoroso caso Daniela Perez - atriz assassinada por um colega de trabalho em dezembro de 1992 - se passou por presidiária. O objetivo da sua pauta era tentar arrancar a confissão da jovem acusada de envolvimento no crime: Paula Thomaz.

Guilherme de Pádua e Paula Thomaz
Guilherme de Pádua e Paula Thomaz  


Paula Thomaz era uma jovem menina rica moradora da Avenida Atlântica, em Copacabana. Estava casada há pouco tempo com o mineiro Guilherme de Pádua, o ator que contracenava com Daniela Perez na novela De Corpo e Alma, exibida pela Rede Globo. E o casal, segundo as investigações da polícia, estava presente no ato do crime ocorrido na Barra da Tijuca. A história foi seguramente um dos casos policiais mais rumorosos da história da cidade do Rio de Janeiro. Daniela foi encontrada morta com o corpo perfurado com marcas de tesoura.

Hélio Luz: chefe de Polícia Civil
Hélio Luz: chefe de Polícia Civil  






Era abril de 1996. Paula Máiran foi chamada para fazer a reportagem pouco mais de três anos após o crime. Ela tinha três anos de profissão, uma jovem jornalista, e a ideia era a de que se passasse por uma detenta para ouvir uma eventual confissão da acusada. Para conseguir entrar na cadeia sem ser descoberta, por presas ou mesmo por policiais e carcereiros, Paula Máiran contou com o apoio do então chefe de Polícia Civil, Hélio Luz. Foi inventada uma identidade, Maria do Socorro Pereira da Silva, e um suposto crime adicionado à ficha criminal (estelionatária) para dar credibilidade à personagem.






O crime



A novela De Corpo e Alma era um successo na Rede Globo e mostrava o relacionamento entre jovens de faixa social diferente. Daniela Perez, filha da autora da novela, Glória Perez, era Yasmin. Com grande sucesso junto ao público, seu personagem terminaria um romance com o personagem vivido pelo ator, Bira.

Devido ao sucesso da trama, De Corpo e Alma foi exibida na Bolívia, Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Líbano, Macau, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Fora de Pauta é um projeto de documentário jornalístico de MCE Produções, de Marcelo Migliaccio, e Conexão Jornalismo, de Fábio Lau. Além de Paula Máiran já foram entrevistados os jornalistas Luarlindo Ernesto, Alexandre Alencar, Hilka Telles, Fernando Rabello, Nelson Carlos e Raul Silvestre.

Veja aqui o vídeo com a primeira parte da entrevista de Paula Máiran. A segunda parte da entrevista você vai assistir na próxima segunda-feira:





Eis a última cena da novela vivida por Daniela Perez:



A sentença em um julgamento
para lá de polêmico e confuso:



Daniela Perez: jovem e talentosa atriz morta em um crime bárbaro
Daniela Perez: jovem e talentosa atriz morta em um crime bárbaro  




Depois de 67 horas e 58 minutos de muita confusão, o julgamento que mais atraiu a atenção pública no final do último século terminou na manhã do dia 25/01/97, no 1° Tribunal do Júri, no Rio. O ator Guilherme de Pádua foi condenado pela morte da atriz Daniela Perez, por cinco votos a dois. O juiz José Geraldo Antônio sentenciou Guilherme de Pádua a cumprir pena de 19 anos de prisão. Em maio daquele mesmo ano Paula Thomaz foi sentenciada a 18 anos e seis meses de prisão. Paula Máiran foi arrolada como testemunha de defesa.

 

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