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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018

Escravidão em Copacabana é denunciada pelo MPF


Pare tudo o que está fazendo e se concentre nesta história. Certamente é repleta de informações que você jamais viu aplicadas ao ambiente urbano, muito menos na mítica Copacabana. Um caso de trabalho escravo (nada de análogo a escravidão porque isso é nomenclatura que o juridiquês usa para driblar o delito) ocorrido em pleno bairro que inspirou música, moda e Carnaval. Um bairro que carrega a tradição da liberdade, da Bossa Nova, do alegria e do assanhamento maior do carioca. A história envolve uma empregada, trazida de Brasília, e sua patroa - uma empresária.

A história aconteceu entre 2010 e 2011 num apartamento da Rua Domingos Ferreira, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal nesta segunda-feira (14): uma empresária manteve a empregada doméstica trancada na área de serviço por uma semana. A trabalhadora adoeceu, e a patroa disse, segundo testemunhas, "que, se ela não podia trabalhar, também não receberia salário nem se alimentaria".


A patroa trouxe a mulher de Brasília e disse ter vendido móveis para ela. Por causa dessa dívida, não a deixava ir embora - uma jogada semelhante com as fazendas no interior que vendem alimentos para funcionários e passam anos a fio cobrando a dívida. No caso de Copacabana não foi diferente: quando o déficit estava para ser quitado, acusava-a de ter manchado blusas e quebrado itens da casa. E, assim, nova dívida surgia. A trabalhadora era xingada, obrigada a trabalhar de 7h às 24h e sem descanso.

Por sua vez, a empresária e moradora de Copacabana vivia ameaçando a mulher, afirmando que "no Rio qualquer bandido bateria nela por R$ 50 e a mataria por R$ 100". De acordo com o MPF, a empresária também xingava recorrentemente a vítima e proibia que ela e outra funcionária se sentassem no sofá da sala para assistir TV, alegando que teria que passar álcool no local.

Uma pena o nome da criminosa estar sendo mantido em sigilo. Mas a gente entende, né?

O paradeiro da empregada, neste momento, é desconhecido. Teria voltado para próximo a parentes e amigos em Brasília, mas tem medo de dar publicidade à identidade. Já a empresária, até onde se sabe, vive entre amigos, feliz, esbanjando arrogância e a tranquilidade dos justos. Quiçá criticando crimes de corrupção.

A notícia foi divulgada no blog do Ancelmo Gois

 

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