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Audiência na TV

 

Terça-feira, 07 de Agosto de 2018

Crescimento da violência contra mulher no período pré-eleitoral não é coincidência

Caso ocorrido em Guarapuava: o país ficou estarrecido
Caso ocorrido em Guarapuava: o país ficou estarrecido

Na medida em que as eleições presidenciais se aproximam, com a radicalização do discurso contra o direito de mulheres, homossexuais, negros e indígenas, cresce também o número de registros violentos. Casos envolvendo mulheres se tornaram ainda mais evidentes nos últimos dias com o caso da advogada Tatiane Spitzner, 29 anos, morta em Guarapuava, em Santa Catarina, pelo marido, o biólogo Luiz Felipe Manvailer, 32. A partir deste episódio houve uma sucessão de casos em vários pontos do país que, ao contrário do que se possa pensar, não ocorreram por conta do primeiro - mas foram atraídos pela mídia em função dele.



Prova disso é que neta quarta-feira (7), e somente agora, policiais civis de todo o estado do Rio de Janeiro decidiram cumprir mandados de prisão contra acusados de violência doméstica e sexual contra mulheres. A ação envolve as 14 delegacias de Atendimento à Mulher (Deams) do estado.

Alguns discursos de candidatos tem acentuado o preconceito e o ódio e tentado reduzir direitos das mulheres.




As prisões ocorridas no Rio têm como base a Lei Maria da Penha, que completa 12 anos hoje. A ação, coordenada pela Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher (DPAM) do Rio, já resultou em 23 prisões.

A operação também conta com o apoio das delegacias de Homicídios, da Polinter e de outros departamentos da Polícia Civil.





Crimes em profusão




Na manhã de ontem (6), uma mulher, que estava grávida, foi assassinada no Complexo do Alemão. O principal suspeito é o marido dela. Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foram chamados para prender o suspeito e socorrer a mulher, mas foram impedidos por criminosos armados, que atacaram a guarnição da polícia.





Quando os policiais chegaram ao local do crime, a mulher já tinha sido levada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Alemão, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.









O marido, que havia se deslocado depois do crime para a escola da filha, de 9 anos, na mesma comunidade, conseguiu fugir dos policiais. Mas ele acabou se entregando à Polícia Civil mais tarde, na Baixada Fluminense.

Com informações da Agência Brasil

 

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