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Terça-feira, 05 de Abril de 2016

Castelo de cartas de Moro, mídia e oposição começa a ruir

Por Fábio Lau

Mello: Moro precisa ser punido
Mello: Moro precisa ser punido
Os últimos acontecimentos políticos tem mostrado como a campanha "Golpe Já!" instituída pelo triunvirato Sérgio Moro, mídia e oposição era frágil na sua essência. Após, num ato de desespero, Sérgio Moro gravar e revelar o conteúdo de um grampo telefônico envolvendo o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff, ferindo a legislação, a montagem do plano que previa antecipar a entrada de um novo governo antes das eleições de 2018 começou a entrar água.

Já não tão intocável como até há dois meses, quando virou até máscara em blocos de Carnaval, Moro é agora um magistrado em busca dos holofotes perdidos. Sua última investida fpo ressuscitar o Caso Celso Daniel para tentar, assim, criminalizar um tanto mais o PT. Para isso chegou a atirar pela janela, em direção ao STF, as denúncias consistentes da Lista de Propina da empreiteira Odebrecht - esta sim consistente e reveladora da corrupção institucionalizada que envolve a política e o fornecimento de recursos a partidos.

Na lista, vazada e depois tornada confidencial por ele, pelo que se pode ler e ver, partidos de todas as tendências a matizes arrecadam recursos, de maneira legal ou não, para financiar campanhas e políticos. E não seria esta a essência da Lava-Jato? E por que Moro, então, declinou da investigação e foi buscar fôlego em um caso enterrado ocorrido no interior de São Paulo? Distante da sua jurisdição? O tempo dirá.

Sobre o grampo e seu vazamento, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, disse que Moro cometeu sim uma falta grave "condenável" e sugeriu uma punição de caráter administrativo - suspensão, afastamento do caso ou corregedoria de Justiça. Um golpe e tanto para quem se desenhava como Super Homem capaz de mudar o curso de um país com investigações seletivas que, ao que parece, buscavam a interrupção do curso político.

Moro, na sua ânsia de atender interesses ainda não transparentes, arruinou empresas, fragilizou a economia do país e condenou ao desemprego milhões de brasileiros. Só ele? Claro que não. Mas a partir dele a mídia e a oposição se encarregaram do sepultamento ou incineração dos cadáveres.

Para exemplificar vale a pena usar a imagem do que ocorre no país que é referência para nossos neo-liberais que adoram fazer turismo em Miami. Nos Estados Unidos, um crime nunca vai além do infrator. Assim sendo, uma empresa do porte das empreiteiras investigadas não seria fechada, ou arruinada por conta dos descalabros administrativos ou corrupção envolvendo seus executivos.

A empresa, acionistas e empregos dos trabalhadores são cuidadosamente preservados. Tal cuidado foi deixado de lado na máquina trituradora acionada por Sérgio Moro. De onde veio este magistrado com tanta força e liberdade de ação? Quem o alçou ao posto de onde atirava sem fiscalização ou controle? A quem servia?

Sabe-se que, a partir dele, as ações da Petrobras viraram algo próximo do pó. Mais do que isso: forneceu documentos referentes a empresa para a Justiça americana de modo que ela possa futuramente processar dirigentes da empresa naquele país - uma completa inversão da lógica do Direito pátrio.

Com a fragilidade da Petrobras, as empresas multinacionais vieram abocanhar o mercado do pré-Sal que é a maior reserva do planeta em petróleo já descoberta.

Na equação não fica difícil perceber a quem Sérgio Moro, intencionalmente ou não, atendeu com suas ações.

Marco Aurélio Mello respaldou a lógica: ninguém pode agir tão impunemente a ponto de fazer os estragos que Sérgio Moro fez. Agora resta saber em nome de quem ele fez a diferença.

 

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