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Terça-feira, 28 de Janeiro de 2020

Banda russa ironiza Bolsonaro antes de show em São Paulo

Lançamento de livro sobre a prisão e show
Lançamento de livro sobre a prisão e show
A banda feminina russa Pussy Riot (algo como 'revolta da vagina'), que vai se apresentar em São Paulo nesta quinta-feira (30), decidiu homenagear de forma para lá de pitoresca o presidente Bolsonaro. No cartaz do evento, as russas usaram uma imagem de Bolsonaro formado por lixo. O show será no Festival Sem Censura. A banda é marcada pela transgressão e se notabilizou pelos protestos em locais mais inusitados quando defendia os direitos das mulheres, a causa LGBT e a liberdade de expressão. Por conta de uma ação realizada na sede da Igreja Ortodoxa, em Moscou, parte do grupo acabou presa e condenada.

A prisão, em 2012, causou comoção internacional e a banda passou a ganhar admiradores em todo o mundo. Artistas consagrados, como a artista plástica Yoko Onu, saíram em defesa das integrantes.

Já na quinta-feira (30), às 20h, a banda Pussy Riot se apresentará junto com Linn da Quebrada na rua Vergueiro, em frente ao CCSP, dentro da programação do Festival Verão Sem Censura, promovido pela Prefeitura de São Paulo. Após o show, às 22h15, a DJ Kot, parte do coletivo, fará um set encerrando o festival.

A banda


O Pussy Riot formou-se em agosto de 2011 como uma ramificação do coletivo performático e artístico de rua Voina, em resposta às políticas governamentais que discriminavam as mulheres. Uma fusão rotativa de cerca de 11 membros, as Pussy Riot começaram a se disfarçar com pseudônimos, roupas e balaclavas de cores vivas em suas apresentações, seguindo uma estratégia de apropriação dos espaços públicos.

A homenagem ao presidente
A homenagem ao presidente  


Elas atraíram a atenção internacional após sua apresentação em fevereiro de 2012 na Catedral de Cristo Salvador, em Moscou, onde ocuparam o altar por cerca de 30 segundos e imploraram, em uma oração falsa, para que a Virgem Maria tirasse Putin do poder, ato que custou a prisão de Maria Alyokhina, Yekaterina Samutsevich e Nadezhda Tolokonnikova.

Em meados de agosto daquele ano, as três foram condenadas a cumprir dois anos em uma colônia penal. A combinação de censura e resposta severa ao caso pelas autoridades obrigou aliados russos como Garry Kasparov e figuras e organizações internacionais, de Kathleen Hanna (Bikini Kill) a Paul McCartney e à Anistia Internacional, a manifestarem apoio à soltura do coletivo.



 

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