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Sábado, 05 de Janeiro de 2019

A saudade que bate do jornalista Lúcio Natalício, o Natal

Um repórter com muitas histórias e amigos
Um repórter com muitas histórias e amigos
Por Fábio Lau

Uma data que não é redonda. Mas hoje o jornalista Lúcio Natalício faria 63 anos. Fui alertado pelo Facebook. Ele é daqueles amigos que partiram e deixaram ativas a sua rede social. Ano após ano ela bate à minha porta para avisar de aniversários. O de hoje, visto ainda logo cedo, foi o dele.

Natal, um menino franzino, mas gigante na atividade profissional, um apaixonado, era dos bons jornalistas que o Rio produziu. Amigos de muitos e querido por quase todos - haverá sempre quem torça o nariz para alguém como ele: amante da vida, das madrugadas, do chope, da branquinha e da gargalhada entre a noite e o dia.


Postei a minha homenagem e surpreendentemente vi que a saudade e o carinho são compartilhados por muitos. Natal, portanto, vive.

Arma livre, observador atento, teclador dos mais bravos, transitou da máquina de escrever para o computador sem maiores problemas. Foram dele reportagens marcantes como a descoberta da testemunha, Polila/Joló, que denunciaria o ex-chefe do SNI, Newton Cruz, no suposto envolvimento da morte do jornalista Alexandre Von Baugartem - o que nunca foi provado - e o sequestro do qual foi vítima ao lado de outros jornalistas protagonizado pelo bandidão Maurinho Branco.

Almoçamos no Centro do Rio, na Cinelândia, dias antes de partir com sua última pauta. Rimos e falamos de amigos daquele presente e do passado. Foi a último encontro e a última memória - há cinco anos.


Ele deixou na profissão sua filha, Amanda Rai Ter. E ela lhe deu uma netinha: Natália.

Seu compadre e amigo jornalista, Nelson Carlos, escreveu sobre Natal:

- Meu irmãozinho e compadre, a corda e a caçamba, dupla do barulho. Eu rodava redações e quando sentava para trabalhar, telefone tocava e era o Lúcido me achando e dando boas vindas. Grande amigo, as ruas da Lapa, Centro, Catete, Gloria e Santa Teresa sentem a falta das nossas boemias. Dona Regina e Dona Valéria é que viviam preocupadas. Minha vida hoje é só saudades.

Um beijo, irmão Natal!

Neste vídeo, gravado em 2012, falamos sobre o lançamento de seu livro onde relata causos da imprensa carioca:

 

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A saudade que bate do jornalista Lúcio Natalício, o Natal
 

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