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Segunda-feira, 05 de Abril de 2021

A morte de Agnaldo Timóteo e a lacuna na música romântica

Agnaldo Timóteo tomou as duas doses de vacina  - foto arquivo pessoal
Agnaldo Timóteo tomou as duas doses de vacina - foto arquivo pessoal


Ao ceifar a vida bem vivida do cantor Agnaldo Timóteo, aos 84 anos, a covid-19, que já eliminou mais de 330 mil brasileiros em pouco mais de um ano, ajudou a silenciar também um modelo de arte cantada que está em lento processo de extinção: vozeirão. Timóteo era o último de uma geração que tinha como cartão de visitas a sua própria voz. Dela fizeram parte Orlando Silva, Silvio Caldas, Cauby Peixoto, Nelson Ned, Althemar Dutra, Carlos José, Jamelão, Francisco Petrônio, Nelson Gonçalves e talvez o maior deles: Vicente Celestino.

Agnaldo Rayol integra o time, embora suas aparições na mídia há décadas tenham se tornado raras. Hoje, Márcio Gomes, um cantor que trilha no estilo, padece da ausência de novas composições neste campo da música romântica que dominou o cenário no país em boa parte do século XX

Desde a década de 60, a voz masculina na música perdeu este elemento. Espera-se do artista afinação e criatividade. Os que ainda gozam do raro privilégio da potência vocal estão restritos a um repertório pouco ou nada renovado.

Nas últimas décadas vimos surgir Emilio Santiago, mas num estilo adaptado ao samba canção e à MPB pós Bossa Nova/Jovem Guarda.

Timóteo distinguia-se do grupo especialmente pela disposição em exercer o ser político e uma personalidade dada a enfrentamentos e colisões.

Foi esta marca que o fez grande e talvez, em certo sentido, até maior que os demais.

Uma bela trajetória pessoal.

Duas vacinas



A morte de Timóteo colocou uma interrogação na cabeça de muita gente. O cantor foi acometido pela covid-19 dois dias após receber a segunda dose da vacina. Ele deu entrada no Hospital Casa São Bernardo, na Barra da Tijuca, no dia 17 de março. A primeira dose de imunizante coronavac foi dada a ele no dia 15 de fevereiro, e a segunda, no dia 15 de março.

Embora seja sabido que mesmo após a segunda dose a pessoa possa ser contaminada pelo vírus, mas numa forma mais branda, o caso de Timóteo foi agravado por conta do longo período de internação que enfrentou entre o ano passado e o início do ano. Um câncer retal ajudou a baixar sua imunidade.

 

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